29 de mai. de 2013

Comportamento e Costumes - Perguntas e Respostas

Como devemos agir para não “pecarmos” por omissão ou intromissão, não  sendo nem comodista e nem inconvenientes a ponto de interferirmos no  livre-arbítrio das pessoas?

Emmanuel - Com o livre-arbítrio, o espírito enfrenta as lutas, provas e  experiências da vida material e espiritual, respondendo com a responsabilidade  pelos atos que pratica, no contexto da Lei de Causa e Efeito. Ora, vemos assim no  livre-arbítrio um bem intocável que não merece interferências, porque Deus  permite que os espíritos tenham liberdade de pensar e, consequentemente, de agir.


Desta forma, o melhor conselho que se pode dar é agir em consonância com os  ditames do Senhor e ter presente que todos os espíritos tendem para a perfeição.


As crenças e costumes variam muito ao redor do mundo. Coisas que para  nós são consideradas negativas (como é o caso de traição conjugal), para  indígenas e esquimós são vistas com outros olhos. O mal está na intenção ou na  ação?

Emmanuel - As crenças e costumes variam no tempo e no espaço de acordo com o grau  evolutivo da sociedade a que pertencem. Houve uma época em que a escravidão era  considerada normal, assim como, atualmente, há países desenvolvidos  economicamente que consideram legítimo o aborto e pena de morte.

De uma maneira geral, as nossas imperfeições independem do nosso grau de evolução  intelectual. Contudo, o conhecimento pode nos auxiliar a diferenciar o que é  moralmente correto, do quer não é. Neste caso, como em todos os outros, o mal  está em não se repelir uma intenção que se sabe que é moralmente incorreta.

O espírito verdadeiramente evoluído, nem sequer cogita do mal. Chegaremos a este  nível, afastando as más intenções que surjam no nosso espírito, para que, além de  não se tornaram nunca ações concretas, este gênero de pensamentos enfraqueça até  desaparecer por completo. Convém lembrar que este exercício é individual e que  não se deva nunca impor normas de conduta a outras pessoas ou povos, pois a cada  nível evolutivo corresponde um padrão de conduta adequado. O verdadeiro  ensinamento é o exemplo.

(Do livro “Plantão De Respostas “ – Francisco Cândido Xavier, Pinga Fogo)

28 de mai. de 2013

Algumas noções acerca do matrimônio, bem como do divórcio.

Poderíamos receber algumas noções acerca do matrimônio, bem como do divórcio  no Plano Físico?

André Luiz - Nas esferas elevadas, as almas superiores identificam motivo de  honra no serviço de amparo aos companheiros menos evolvidos que estagiam nos  planos inferiores.

Não podemos olvidar que, na Terra, o matrimônio pode assumir aspectos variados,  objetivando múltiplos fins. Em razão disso, acidentalmente, o homem ou a mulher  encarnados podem experimentar o casamento terrestre diversas vezes, sem encontrar  a companhia das almas afins com as quais realizariam a união ideal. Isso porque,  comumente, é preciso resgatar essa ou aquela dívida que contraímos com a energia  sexual, aplicada de maneira infeliz, ante os princípios de causa e efeito.

Entretanto, se o matrimônio expiatório ocorre em núpcias secundárias, o cônjuge  liberado da veste física, quando se ajuste à afeição nobre, freqüentemente se  coloca a serviço da companheira ou do companheiro na retaguarda, no que exercita  a compreensão e o amor puro. Quanto à reunião no Plano Espiritual, é razoável se  mantenha aquela em que prevaleça a conjunção dos semelhantes, no grau mais  elevado da escala de afinidades eletivas. Se os viúvos e as viúvas das núpcias  efetuadas em grau menor de afinidade demonstram sadia condição de entendimento,  são habitualmente conduzidos, depois da morte, ao convívio do casal restituído à  comunhão, desfrutando posição análoga à dos filhos queridos junto dos pais  terrenos, que por eles se submetem aos mais eloqüentes e multifários testemunhos  de caridade e sacrifício pessoal para que atendam, dignamente, à articulação dos  próprios destinos.

Contudo, se a desesperação do ciúme ou a nuvem do despeito enceguecem esse ou  aquele membro da equipe fraterna, os cônjuges reassociados no plano superior  amparam-lhe a reencarnação, à maneira de benfeitores ocultos, interpretando-lhes  a rebelião por sintoma enfermiço, sem lhes retirar o apoio amigo, até que se  reajustem no tempo.

Ninguém veja nisso inovação ou desrespeito ao sentimento alheio, porquanto o lar  terrestre enobrecido, se analisado sem preconceitos, permanece estruturado nessas  mesmas bases essenciais, de vez que os pais humanos recebem , muitas vezes, por  filhos e filhas, aqueles mesmos laços do passado, com os quais atendem ao resgate  de antigas contas, purificando emoções, renovando impulsos, partilhando  compromissos ou aprimorando relações afetivas de alma para alma. É nessa condição  que em muitas circunstâncias surgem nas entidades renascentes, sem que o véu da  reencarnação lhes esconda de todo a memória, as psiconeuroses e fixações  infanto-juvenis, cuja importância na conduta sexual da personalidade é exagerada  em excesso pelos sexólogos e psicanalistas da atualidade, carentes de mais amplo  contato com as realidades do Espírito e da reencarnação, que lhe permitiriam  ministrar aos seus pacientes mais efetivo socorro de ordem moral.

Quanto ao divórcio, segundo os nossos conhecimentos no Plano Espiritual, somos de  parecer não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existem  na Terra uniões conjugais, legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio  da responsabilidade assumida em comum.

Mal saídos do regime poligâmico, os homens e as mulheres sofrem-lhe ainda as  sugestões animalizantes e, por isso mesmo, nas primeiras dificuldades da tarefa a  que foram chamados, costumam desertar dos postos de serviço em que a vida os  situa, alegando imaginárias incompatibilidades e supostos embaraços, quase sempre  simplesmente atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores. E com  isso exercem viciosa tirania sobre o sistema psíquico do companheiro ou da  companheira mutilados ou doentes, necessitados ou ignorantes, após explorar-lhes  o mundo emotivo, quando não se internam pelas aventuras do homicídio ou do  suicídio espetaculares, com a fuga voluntária de obrigações preciosas.

É imperioso, assim, que a sociedade humana estabeleça regulamentos severos a  benefício de nossos irmãos contumazes na infidelidade aos compromissos assumidos  consigo próprios, a benefício deles, para que não se agreguem a maior desgoverno,  e a benefício de si mesma, a fim de que não regresse à promiscuidade aviltante  das tabas obscuras, em que o princípio e a dignidade da família ainda são  plenamente desconhecidos.


Entretanto, é imprescindível que o sentimento de humanidade interfira nos casos  especiais, em que o divórcio é o mal menor que possa surgir entre os grandes  males pendentes sobre a fronte do casal, sabendo-se, porém, que os devedores de  hoje voltarão amanhã ao acerto das próprias contas.


ANDRÉ LUIZ
(Do livro "Evolução em Dois Mundos", Parte II, André Luiz/Chico Xavier/Waldo  Vieira, FEB)

27 de mai. de 2013

EUTANÁSIA

Qual postura se deve ter perante a eutanásia? Estando o corpo físico sendo mantido por instrumentos, o espírito continua ligado a ele ou não?

Emmanuel: Os profissionais e responsáveis por pacientes que consentem com a prática da eutanásia, imbuída de idéias materialistas, desconhecem a realidade maior quanto à imortalidade do espírito. A morte voluntária é entendida como o fim de todos os sofrimentos, mas trata-se de considerável engano. A fuga de uma situação difícil, como a enfermidade, não resolverá as causas profundas que a produziram, já que estas se encontram em nossa consciência.

É necessário confiar, antes de tudo, na Providência Divina, já que tais situações consistem em valiosas lições em processos de depuração do espírito. Os momentos difíceis serão seguidos, mais tarde, por momentos felizes. Deve-se lembrar também que a ciência médica avança todos os dias e que males, antes incuráveis, hoje recebem tratamento adequado, além disso, em mais de uma ocasião já se verificaram casos de cura em pacientes desenganados pelos médicos.

Quanto à outra questão, respondemos que sim, os aparelhos conseguem fazer com que o espírito permaneça ligado a seu corpo por meio de laços do perispírito. Isso ocorre porque eles conseguem superar, até certo ponto, as descompensações e desarmonias no fluxo vital do organismo causado pela enfermidade.

Plantão de Respostas - Emmanuel/Francisco Cândido Xavier

Qual é a conduta afetiva entre as almas enobrecidas?

Qual é a conduta afetiva entre as almas enobrecidas?

André Luiz - Quanto mais elevado o grau de aprimoramento da alma, mais reclamará  espontaneamente de si própria a necessária disciplina das energias do mundo  afetivo, somente despendendo-as no circuito de forças em que se completa com a  alma a que se encontra consorciada, ou, então, em serviço nobre, através do qual  opera a evasão das cargas magnéticas de seus impulsos genésicos, transferindo-as  para o trabalho em que se lhe projetam a sensibilidade e a inteligência.

Isso acontece no plano físico, entre aqueles cujo sistema psíquico já se  distanciou suficientemente das emoções vulgares, ajustando-se em complementação  fluídica ideal as almas irmãs que se matrimoniam.

Interrompida a aliança física na esfera carnal, por interferência da morte, o  homem ou a mulher, consagrados à sublimação íntima, se associam, quase sempre, à  companheira ou ao companheiro levados à viuvez, em construtivas simbioses de  ação, seja no amparo aos filhos, ainda necessitados de assistência, ou na  extensão de obras edificantes, porquanto os espíritos que verdadeiramente se amam  desconhecem o que seja abandono ou esquecimento.


Atentos ao mesmo princípio de aprimoramento, aqueles que ajustam em matrimônio  superior, no Plano Espiritual, permutam as próprias forças, em constante circuito  energético, pela qual atendem a vastíssimas obras de benemerência, na criação  mental de valores necessários ao progresso comum, dentro da euforia permanente  que o amor sublime lhes confere. E, em lhes faltando a companhia, por intermédio  da qual se integram nos mais altos ideais de burilamento e beleza, mobilizam as  próprias cargas magnéticas criadoras em serviço à coletividade, com o que se  elevam mais intensamente na escala da sublimação moral, ou, então - o que é mais  freqüente - buscam olvidar as próprias possibilidades de maior ascensão,  solicitando posições apagadas e humildes ao pé daqueles a quem se devotam, a fim  de ajudá-los na execução das tarefas que lhe foram assinaladas ou no pagamento  das dívidas com que ainda se oneram perante a Lei.

ANDRÉ LUIZ
(Do livro "Evolução em Dois Mundos", Parte II, André Luiz/Chico Xavier/Waldo  Vieira, FEB)

25 de mai. de 2013

Divorcio - Perguntas e respostas - Missao Espirita Hoje

1 - Compreendendo que muitos casamentos resultam em uniões infelizes e, às vezes,  até mesmas profundamente antipáticas, induzindo os cônjuges ao divórcio, como  interpretar a fase de atração recíproca, repleta de alegria e esperança, que  caracterizou o namoro e o noivado?
Emmanuel - Qualquer pessoa que aspire um título elevado passa pela fase de  encantamento. Esfalfa-se o professor pela ascensão à cátedra. Conseguido o  certificado de competência, é imperioso entregar-se ao estudo incessante para  atender às exigências do magistério. Esforça-se o acadêmico pela conquista do  diploma que lhe autoriza o exercício da profissão liberal. Laureado pela  distinção, sente-se compelido a trabalho infatigável, de modo a sustentar-se na  responsabilidade em que anela viver.
Assim, também, o matrimônio.


2 - Como interpretar as contrariedades e desgostos domésticos?
Emmanuel - O homem e a mulher aguardam o casamento, embalados na melodia do  sonho, entretanto, atingida a convivência no lar, surgem as obrigações,  decorrentes do pretérito, através do programa de serviço traçado para cada um de  nós pela reencarnação, que nos compele a retomar, na intimidade, todos os nossos  erros e desacertos.
Fácil, dessa forma, reconhecer que todas as dificuldades domésticas são empeços,  trazidos por nós próprios, das existências passadas.

3 - De modo geral, quem é, nas leis do destino, o marido faltoso?
Emmanuel - Marido faltoso é aquele mesmo homem que, um dia, inclinamos à  crueldade e à mentira.

4 - E a esposa desequilibrada?
Emmanuel - Esposa desequilibrada é aquela mulher que, certa feita, relegamos à  necessidade e à viciação.

5 - Que são os filhos-problemas?
Emmanuel - Filhos-problemas são aqueles mesmos espíritos que prejudicamos,  desfigurando-lhes o caráter e envenenando-lhes os sentimentos.

6 - Qual a função essencial do lar e da família?
Emmanuel - No caminho familiar, purificam-se impulsos e renovam-se decisões. Nele  encontramos os estímulos ao trabalho e as tentações que nos comprovam as  qualidades adquiridas, as alegrias que nos alentam e as dores que nos corrigem.

7 - Como é encarado o divórcio nos planos superiores do Espírito?
Emmanuel - O divórcio, conquanto às vezes necessário, não é caminho salvador  quando lutas se agravem. Ninguém colhe flores do plantio de pedras. Só o tempo  consegue dissipar as sombras que amontoamos com o tempo. Só o perdão  incondicional apaga as ofensas; apenas o bem extingue o mal.

8 - Existem casos francamente insolúveis nos casamentos desventurados; não será o  divórcio o mal menor para evitar maiores males?
Emmanuel - Muitos dizem que o divórcio é válvula de escape para evitar o crime e  não ousamos contestar. Casos surgem nos quais ele funciona, por medida  lamentável, afastando males maiores, qual amputação que evita a morte, mas será  sempre quitação adiada, à maneira de reforma do débito contraído.

9 - Por mais ríspidas se façam as lutas, no casamento, é melhor permanecer dentro  dele?
Emmanuel - Pagar é libertar-se, aprender é assimilar a lição.

10 - Quais são as piores conseqüências das ligações carnais desditosas, além  daquelas que se apresentam nos sofrimentos das frustrações ou lesões emotivas?
Emmanuel - É forçoso observar que da afeição sexual descontrolada surgem muitas  calamidades para a vida do Espírito, dentre as quais destacaremos, a par da  fascinação ou do ódio, nos problemas da obsessão, o suicídio e o aborto, como  sendo as mais lastimáveis.

11 - Como é interpretado o aborto nos planos superiores da Vida Espiritual?
Emmanuel - O aborto provocado, mesmo diante de regulamentos humanos que o  permitam, é um crime perante as Leis de Deus.

12 - Quais os resultados imediatos do aborto para as mães e pais que o praticam?
Emmanuel - Praticando o aborto, mães e pais cruéis ou irresponsáveis afastam de  si mesmos os recursos de reabilitação e felicidade que lhes iluminariam, mais  tarde, os caminhos, seja impedindo a reencarnado de Espíritos amigos que lhes  garantiriam a segurança e o reconforto ou impedindo o renascimento de antigos  desafetos, com os quais poderiam adquirir a própria tranqüilidade pela solução de  velhas contas.

13 - O aborto oferece conseqüências dolorosas especiais para as mães?
Emmanuel - O aborto oferece funestas intercorrências para as mulheres que a ele  se submetem, impelindo-as à desencarnação prematura, seja pelo câncer ou por  outras moléstias de formação obscura, quando não se anulam os aflitivos processos  de obsessão.

14 - E para os pais?
Emmanuel - Os pais que cooperam nos delitos do aborto, tanto quanto os  ginecologistas que o favorecem, vêm a sofrer os resultados da crueldade que  praticam, atraindo sobre as próprias cabeças os sofrimentos e os desesperos das  próprias vítimas, relegadas por eles aos percalços e sombras da vida espiritual  de esferas inferiores.

15 - As criaturas que se suicidaram em razão das desilusões encontradas nas  ligações afetivas, agravam os sofrimentos de outrem, além dos sofrimentos que  elas próprias encontram?
Emmanuel - Muitos Espíritos fracos, que por razões de infelicidade na afeição  sexual atiram-se ao suicídio, encontram padecimentos gigantescos, como quem salta  no escuro sobre precipícios de brasas, criando derivações de angústia para os  causadores de semelhantes tragédias.

16 - Os casos de suicídio nas uniões carnais infelizes agravam provas em  casamentos futuros?
Emmanuel - Quantos violam a passagem da morte, crendo erroneamente alcançar o  repouso, nada mais encontram senão suplício e desespero, a gerarem, no âmago de  si mesmos, os pavorosos conflitos, que apenas as reencarnações regenerativas  conseguem remediar.
Saibamos tolerar com paciência as provações que o mundo nos ofereça, criando o  bem sobre todos os males que nos cheguem das existências que já vivemos, na  convicção de que fugir ao dever – por mais doloroso seja o dever que nos caiba –  será sempre abraçar o pior. Em quaisquer atribulações ou dificuldades, a nossa  obrigação individual é fazer o melhor ao nosso alcance para que o bem triunfe.

17 - Que fazer para extinguir os males evidentes das ligações afetivas  inconsideradas e desditosas?
Emmanuel - Em todos os departamentos da luta humana, os compromissos do passado  reaparecem. Indispensável revestir-se a alma de forças para vencer, em si mesma,  os pontos vulneráveis que, em outro tempo, a fizeram cair.

18 - Qual a direção pessoal que devemos adotar para vencer os dissabores do lar  infeliz?
Emmanuel - Evitemos o divórcio, tanto quanto possível, e combatemos o aborto e o  suicídio com todos os recursos de raciocínio e esclarecimento de que possamos  dispor.
O divórcio adia o resgate.
O aborto complica o destino.
O suicídio agrava todos os sofrimentos.

EMMANUEL
(Do livro “Leis Do Amor”, Francisco Cândido Xavier E Waldo Vieira)

Fonte: Universo Espírita

NO RECINTO DOMÉSTICO



Bondade no campo doméstico é a caridade começando de casa.
Nunca fale aos gritos, abusando da intimidade com os entes queridos.
Utilize os pertences caseiros sem barulho, poupando o lar a
desequilíbrio e perturbação.
Aprenda a servir-se, tanto quanto possível, de modo a não agravar as
preocupações da família.
Colabore na solução do problema que surja, sem alterar-se na queixa.
A sós ou em grupo, tome a sua refeição sem alarme.
Converse edificando a harmonia.
É sempre possível achar a porta do entendimento mútuo, quando nos
dispomos a ceder, de nós mesmos, em pequeninas demonstrações de renúncia a
pontos de vista.
Quantas vezes um problema aparentemente insolúvel pede tão somente
uma palavra calmante para ser resolvido?
Abstenha-se de comentar assuntos escandalosos ou inconvenientes.
Em matéria de doenças, fale o estritamente necessário.
Procure algum detalhe caseiro para louvar o trabalho e o carinho
daqueles que lhe compartilham a existência.
Não se aproveite da conversação para entretecer apontamentos de
crítica ou censura, seja a quem seja.
Se você tem pressa de sair, atenda ao seu regime de urgência com
serenidade e respeito, sem estragar a tranqüilidade dos outros.


SINAL VERDE
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
PELO ESPÍRITO DE
ANDRÉ LUIZ

24 de mai. de 2013

SAUDAÇÕES


Toda saudação deve basear-se em pensamentos de paz e alegria.
Pense no seu contentamento quando alguém lhe endereça palavras de
afeto e simpatia, e faça
o mesmo para com os outros.
Mobilize o capital do sorriso e observará que semelhante investimento
lhe trará precioso
rendimento de colaboração e felicidade.
Uma frase de bondade e compreensão opera prodígios na construção
do êxito.
Auxilie aos familiares com a sua palavra de entendimento e esperança.
Se você tem qualquer mágoa remanescendo da véspera, comece o dia,
à maneira do Sol: - esquecendo a sombra e brilhando de novo.


SINAL VERDE
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
PELO ESPÍRITO DE
ANDRÉ LUIZ

23 de mai. de 2013

AO LEVANTAR-SE


Agradeça a Deus a bênção da vida, pela manhã.
Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de 
serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retomar as próprias atividades.
Levante-se com calma.
Se deve acordar alguém, use bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou brincadeiras 
de mau gosto não auxiliam em tempo algum.
Guarde para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem.
Antes de sair para a execução de suas tarefas, lembre-se de que é preciso abençoar a vida 
para que a vida nos abençoe.

SINAL VERDE
FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
PELO ESPÍRITO DE
ANDRÉ LUIZ

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